É a vez do Templo Zu Lai

Abril 7, 2015 § Deixe um comentário

Pesquisando na internet encontrei outro templo budista, o templo Zu Lai, em Cotia, indo pela Raposo Tavares, um pouco antes do Templo Kinkaku- Ji.
Este ainda é mais próximo da cidade, bem camuflado no meio da selva de pedras e seguindo pelo Waze, quase passei reto pela entrada.
Expectativa era baixa, mas desde a entrada, já me senti no Japão.
Após passar pela entrada comum da cafeteria, não dava nada para o lugar.
E ai, o meu queixo caiu.
Já havia visitado muitos templos no Japão e na Tailândia em Bangkok, entre 2006 a 2008, mas ter a mesma sensação aqui no Brasil, para mim, foi inédito.
Gostei muito do clima, dos trabalhadores dando instruções sobre as tradições, pouco cheio, bem respeitoso e conservado.
Lugar totalmente calmo, magicamente bonito.
Além de valer a visita, consegui acender um incenso, fazer meus pedidos e tirar fotos lindas.

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Por dentro do Templo Kinkaku- Ji

Abril 4, 2015 § 1 Comentário

E esse feriado de abril começa com meu aniversário de Yakudoshi.
Significa que não basta ter zicas o suficiente, mas minha raiz japonesa é tão ligada aos números, que existem idades críticas, conhecidas como anos de calamidade ou anos críticos.
Mas, deixando as tradições de lado, este ano será diferente para mim, pois ando passando por um profundo processo de limpeza.  Uma mistura de vários tipos de desintoxicação mental e espiritual.
But just in case…  Resolvi ir no meu aniversário o templo Kinkaku- Ji, em Itapecerica da Serra só para dar uma ajudinha na sorte.
Um pedacinho do Brasil que me lembra muito o Japão, lugar onde senti muita (boa) energia fluindo em mim.
Jardim japonês, lápides, lago e muita natureza.

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Cicloviagem – O Lado Negro

Março 18, 2015 § 1 Comentário

8 dias de férias, alternados entre pedal e curtição. Juiz de Fora a Belo Horizonte 461 km percorridos.
Belas fotos postadas no Facebook e Instagram, curtição, férias, maravilha. Só que não.
Apesar de tudo sempre parecer mais lindo nas redes sociais, numa viagem de vários dias de bicicleta você literalmente vive como um sem teto. Sem local para tomar banho ou usar banheiro, dependendo de postos ou matinho. Sempre suado, descabelado, fedendo, bunda doendo e muita sede. Cansaço. Overtraining. Esgotamento. A saga em busca do lugar para dormir. Motel de beira de estrada, pedágio.
Ai você se depara com lugarzinhos incríveis para se comer e também com aqueles lugares que são piriris instantâneos.
Lugares ermos, sem um ser humano; lugares abarrotados, com milhões de pessoas te vendo como E.T. .
Retas intermináveis, descidas fantásticas, montanhas gigantescas a serem escaladas. Núcleo do Sol!
Sair da zona de conforto tem um preço alto, mas o resultado é fantástico.
Belos cenários, pessoas boas pelo meio do caminho, motoristas bons, motoristas maus. Cumplicidade, confiança, paciência, amor e intimidade.
Um momento único. É vida pura, natureza pura, Deus se manifestando dentro de você.

Ora perde-se a fé na humanidade, ora vem alguém e te estende a mão.
Juíz de Fora, Mercês, Mariana, Ouro Preto, BeloHorizonte.
Tucanos, cachoeiras, cavernas e kms e kms de subidas.

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Eu, por ele

Janeiro 5, 2015 § Deixe um comentário

Em mais uma de nossas cicloaventuras, dessa vez por Minas Gerais, resolvi levar  minha humilde DSLR 50D para dar um rolezinho.
E foi lá que ele aprendeu a fotografar .
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 Fotos por David Braga

Apenas uma noite qualquer… Mas inesquecível…

Dezembro 17, 2014 § Deixe um comentário


Anoiteceu e estávamos pedalando numa estradinha estreita, dessas estradinhas laterais de praia, sem acostamento. Você em minha frente olhando o gps no celular.
Havia começado a chover . Estava escuro, sem muitos postes de iluminação e nos aproximávamos de alguma cidade. Ouvia o barulho do mar vindo do lado esquerdo.
Paramos num estabelecimento já fechado, semi coberto, com uma luz.
Jantamos uma barrinha de proteína e gel.
Tinha um monte de areia na lateral, onde fui ao banheiro.
Tinhamos pedalado uma centena de quilômetros já naquele dia e esperamos amenizar a chuva.
Chegamos enfim numa cidade desconhecida.
Adentramos e começamos a procurar um local para pousar. Perguntamos para um policial que estava fechando um rua para algum evento. Era um final de semana. Ele nos indicou uma pousada.
Cansados, fizemos as negociações com o cara estranho que nos atendeu. Guardamos as bikes , ressabiados por largar elas no estacionamento da pousada, em meio aos lençóis pendurados.
Subimos a escada branca de ferro, em espiral, com os alforges molhados nas mãos. As pernas doíam.
Feijão preto com strogonoff de frango requentado , batata palha e uns tecos de alface murcho foi o jantar. R$9,00. Foi um dos melhores jantares!
Estava chuvoso e frio. Lembro- me de estar com medo, exausta, num lugar desconhecido, onde todos pareciam ofensivos e maliciosos.
Tomei um banho quente gostoso, sai do banheiro e enquanto enxugava os cabelos com a toalha, olhava pra você já deitado na cama com a televisão ligada, quase dormindo. E lembro que me senti aliviada e protegida.
Deitei ao seu lado sorrindo e tudo fazia sentido naquele momento.
Estávamos juntos há apenas 4 meses.

No pain no gain

Dezembro 16, 2014 § Deixe um comentário

“It’s better to feel pain than nothing at all”

Viver a vida intensamente é cansativo.
Viver cada minuto como se não houvesse mais amanhã, parece loucura.
Ser feliz demais chega a doer, chega a escorrer lágrimas.
Dura pouco, mas meu Deus, como é bom
Dói ser feliz
Dói ficar triste
Dói perder
O novo, dói
Dói não poder
Dói não saber
Dói esperar
Viver
Dói.

The Project One- KHS

Novembro 10, 2014 § 1 Comentário

Carregar aparafernáfia fotográfica enquanto se faz uma trilha como a Trilha do Inferno em Paranapiacaba, apesar de curtinha, fica meio pesado e cansativo…
Mas o projeto continua a todo vapor. Dessa vez, no barro, fora do caótico ambiente urbano.
Juntando o útil ao agradável, casualmente escolhemos Paranapiacaba para ser palco da segunda sessão da série.
Câmera e luzinhas no lombo, fomos sujar as bikes por entre as bizarras valas da Trilha do Inferno. Meu modelo lindo, pacientemente descia e voltava repetidas vezes para que eu pudesse escolher o melhor clique. Speedlight falhando toda hora,  peso no lombo , muita subida infernal,  suor jorrando em bicas, mas enfim , deu certo!
E segue mais uma sequência de photoshoot.IMG_9469 IMG_9478 IMG_9488 IMG_9496 IMG_9505 IMG_9548 IMG_9595 IMG_9604 IMG_9609 IMG_9617 IMG_9649 IMG_9669 IMG_9682 IMG_9691 IMG_9705 IMG_9716